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14 MAI
11h11

Os Cartórios prestam um serviço relevantíssimo para sociedade, diz presidente da AMB


Os Cartórios prestam um serviço relevantíssimo para sociedade, diz presidente da AMB

Já há alguns anos, os Cartórios Extrajudiciais no Brasil passaram a realizar atos como divórcios, inventários, partilhas, apostilamento e usucapião, e durante a pandemia da Covid-19, migraram  serviços para o meio eletrônico, a exemplo de registro de imóveis, união estável e até casamento, que podem ser realizados pela internet.

Tudo isso tem contribuído, sobremaneira, para a desobstrução do Poder Judiciário, assoberbado de demandas

Para a presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Renata Gil, o fato de o País ser o que tem melhor e maior acesso à Justiça, se reflete no alto volume de ações em tramitação e esse movimento de desjudicialização representa avanços, seguindo a linha dos mais modernos estudos do mundo para dar eficiência, agilidade e reduzir os litígios da sociedade.

“Os Cartórios prestam um serviço relevantíssimo para a sociedade e têm atuado de maneira a auxiliar também o Judiciário, no sentido de reduzir a altíssima demanda processual, que hoje é uma das maiores do mundo”, afirmou.

Compromisso social

Ela também destacou a importância da campanha nacional de combate à violência patrimonial contra idosos desenvolvida pela Associação Nacional dos Registradores do Brasil, que tem à frente o tabelião Cláudio Marla, por demonstrar o compromisso social da Anoreg-BR com o país e especialmente com os aposentados.

Entre os atos que passaram, com o advento da pandemia, a receber atenção redobrada por parte dos Cartórios de todo o País, estão a antecipação de herança; movimentação indevida de contas bancárias; venda de imóveis; tomada ilegal; mau uso ou ocultação de fundos, bens ou ativos; e qualquer outra hipótese relacionada à exploração inapropriada ou ilegal de recursos financeiros e patrimoniais sem o devido consentimento do idoso.

Quaisquer indícios de violência que sejam identificados nos atos a serem praticados perante notários e registradores devem ser imediatamente comunicados ao Conselho Municipal do Idoso, à Defensoria Pública, à Polícia Civil ou ao Ministério Público.

Sobre Renata Gil

É  juíza titular da 40ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, foi a primeira mulher a presidir por dois mandatos a presidência da Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro e é a primeira mulher a presidir a Associação dos Magistrados Brasileiros.

As declarações foram durante entrevista edição à nova edição da Revista Cartório com Você, publicação do Sindicato dos Notários e Registradores do Estado de São Paulo (Sinoreg-SP) e da Associação dos Notários e Registradores de São Paulo (Anoreg-SP), voltada aos operadores do Direito e integrantes dos Poderes Judiciário, Legislativo e Executivo das esferas municipais, estaduais e federal. A publicação é coordenada/editada pelo jornalista Alexandre Lacerda Nascimento, da Infographya Comunicação Corporativa.

 

 

 

Postado às 11h, por Cândido Nóbrega


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